Ai Ai Ai Ai está chegando a hora....
Mas que coisa não!
Então... coisas novas... poucas idéias... muita preguiça... mas eu sou assim, fazer o que né?! Nem tão boa, nem tão má, apenas eu. Ps: eu AINDA quero ser uma pessoa MELHOR, com ênfase no ainda. [Afinal de contas, antes tarde que mais tarde.]
20 junho, 2008
27 maio, 2008
Coisas que eu sei... ou pelo menos deveria saber.
“Tudo o que eu preciso saber sobre como viver e o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não estava no topo da montanha da escola graduada, mas lá no monte de areia do jardim de infância. Estas são as coisas que eu aprendi: Compartilhar todas as coisas, jogar limpo, não bater nas pessoas,colocar as coisas de volta onde você as encontrou,arrumar a sua própria bagunça,não pegar as coisas que não são suas,pedir desculpas quando você magoar alguém,lavar as suas mãos antes de comer,dar descarga no sanitário apóso uso. Biscoitos quentes e leite gelado são bons para você viver uma vida balanceada.
Aprenda algo, pense em algo,desenhe, pinte, cante, dance, brinque e trabalhe a cada dia. Tire uma soneca todas as tardes. Quando você sair por este mundo, cuidado com o trânsito, segurem as mãos, e permaneçam juntos. Tenha cuidado com as coisas maravilhosas. Se você pudesse reler os livros de sua infância, com certeza tudo que você precisa saber estaria lá em algum lugar. A regra de ouro, o amor e medidas básicas de saúde, ecologia , política , igualdade e vida sã.
Pegue um desses itens e o extrapole em sofisticados termos adultos e aplique-o à sua vida familiar ou ao seu trabalho, ao seu governo,ao seu mundo e ele se tornará verdadeiro, claro e firme. Pense que mundo melhor ele poderia ser, se todos nós, o mundo inteiro, tomássemos leite com biscoitos por volta das três horas à cada tarde e nos deitássemos com nossas próprias roupas de cama para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como política básica, sempre colocar as coisas de volta onde eles as encontraram e arrumassem as sua próprias bagunças. E ainda é verdade, não interessa quais as suas idades, quando vocês sairem pelo mundo a fora o melhor é darem as mãos e permanecerem juntos.” (Robert Fulghum).
Aprenda algo, pense em algo,desenhe, pinte, cante, dance, brinque e trabalhe a cada dia. Tire uma soneca todas as tardes. Quando você sair por este mundo, cuidado com o trânsito, segurem as mãos, e permaneçam juntos. Tenha cuidado com as coisas maravilhosas. Se você pudesse reler os livros de sua infância, com certeza tudo que você precisa saber estaria lá em algum lugar. A regra de ouro, o amor e medidas básicas de saúde, ecologia , política , igualdade e vida sã.
Pegue um desses itens e o extrapole em sofisticados termos adultos e aplique-o à sua vida familiar ou ao seu trabalho, ao seu governo,ao seu mundo e ele se tornará verdadeiro, claro e firme. Pense que mundo melhor ele poderia ser, se todos nós, o mundo inteiro, tomássemos leite com biscoitos por volta das três horas à cada tarde e nos deitássemos com nossas próprias roupas de cama para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como política básica, sempre colocar as coisas de volta onde eles as encontraram e arrumassem as sua próprias bagunças. E ainda é verdade, não interessa quais as suas idades, quando vocês sairem pelo mundo a fora o melhor é darem as mãos e permanecerem juntos.” (Robert Fulghum).
14 maio, 2008
30 abril, 2008
Coisas que me fazem feliz - quero mais!
Escritor. Gênio. Sábio.
"O filho de José e Maria nasceu como todos os filhos dos homens, sujo do sangue de sua mãe, viscoso das suas mucosidades e sofrendo em silêncio. Chorou porque o fizeram chorar; e chorará por esse mesmo e único motivo."
O Evangelho Segundo Jesus Cristo
José Saramago
Sim, eu leio Saramago.
Obrigada meu Deus!
"O filho de José e Maria nasceu como todos os filhos dos homens, sujo do sangue de sua mãe, viscoso das suas mucosidades e sofrendo em silêncio. Chorou porque o fizeram chorar; e chorará por esse mesmo e único motivo."
O Evangelho Segundo Jesus Cristo
José Saramago
Sim, eu leio Saramago.
Obrigada meu Deus!
22 abril, 2008
21 abril, 2008
Libertas quae sera tamen
Viva o cachaceiro dedo duro.
Que serviu pelo menos pra termos mais um feriado. E ow glória caiu bem na segunda-feira.
Viva Brasólia. Viva ZéMayer, que desenhou essa cidade maravilhosa.
Morte a Juscelino (mesmo já estando morto)que achou de inaugurar o raio da cidade bem num dia que já existe feriado. Por que/por quê ele não acertou de abrir as portas dessa joça no dia 22???? assim a gente emendava tudo.
Raios, raios, raios triplos.
Que serviu pelo menos pra termos mais um feriado. E ow glória caiu bem na segunda-feira.
Viva Brasólia. Viva ZéMayer, que desenhou essa cidade maravilhosa.
Morte a Juscelino (mesmo já estando morto)que achou de inaugurar o raio da cidade bem num dia que já existe feriado. Por que/por quê ele não acertou de abrir as portas dessa joça no dia 22???? assim a gente emendava tudo.
Raios, raios, raios triplos.
do caso de internação
mais uma noite insone.
mais uma noite em que me pego divangando e revolvendo o passado, comparando com o presente e especulando sobre meu futuro.
de tanto pensar a cuca chega a doer.
e nenhuma conclusão a chegar.
e um simples abraço despretendido no meio da noite ajuda a melhorar, ou não.
e me entrego a duas ou três linhas de Harry Potter.
me lembro que se trata de uma leitura muito simplista e me pergunto como pode isso ter feito tanto sucesso.
me lembro de novo que foi feito pra atrair os aborrecentes pra leitura e não pra agradar os adultos chatos.
me lembro que me tornei uma adulta chata.
e volto a revolver meu passado.
me recordo que é aniversário do meu passado.
me atento que meu presente está presente e é imponente.
penso em levantar, ainda na madrugada e caminhar, como muito fiz outrora.
penso que não sou mais a mesma pra precisar desses artifícios.
penso em procurar um médico, afinal isso já está se tornando uma constante.
caso de internação.
com certeza.
caso.
psicótico.
tratável.
porém, psicótico.
mais uma noite em que me pego divangando e revolvendo o passado, comparando com o presente e especulando sobre meu futuro.
de tanto pensar a cuca chega a doer.
e nenhuma conclusão a chegar.
e um simples abraço despretendido no meio da noite ajuda a melhorar, ou não.
e me entrego a duas ou três linhas de Harry Potter.
me lembro que se trata de uma leitura muito simplista e me pergunto como pode isso ter feito tanto sucesso.
me lembro de novo que foi feito pra atrair os aborrecentes pra leitura e não pra agradar os adultos chatos.
me lembro que me tornei uma adulta chata.
e volto a revolver meu passado.
me recordo que é aniversário do meu passado.
me atento que meu presente está presente e é imponente.
penso em levantar, ainda na madrugada e caminhar, como muito fiz outrora.
penso que não sou mais a mesma pra precisar desses artifícios.
penso em procurar um médico, afinal isso já está se tornando uma constante.
caso de internação.
com certeza.
caso.
psicótico.
tratável.
porém, psicótico.
17 abril, 2008
Diálogos comuns
Mais comuns até do que eu gostaria...
Pessoa de coração nobre: ai deus, e a pessoa é formada, dá aula disso, e não sabe a diferença entre provisão e cota patronal... putaqueocaralho.
Professor da escola dominical: ele não da aula disso não... não é possível... ele deve fazer qquer outra coisa lá.. mas aula disso ele não pode estar dando não...
Coração: e teve o "passe" aumentado. Imagina o níuvo dos alunos.
Prof: imagina o niuvo dos demais professores...
Coração: mais uma razão pra eu acreditar que essas porras desses diplomas foram comprados.
Coração: pense numa pessoa que não deve ta entendendo bulhufas tamanha a velocidade da explicação. isso sem falar que a pessoa ta so olhando e não esta fazendo nenhuma anotação para posterior consulta... ai ai... como eu me divirto nesse lugar dos infernos.
Prof: ainda bem q vc se diverte... pq uma das características da pessoa é não consultar os lanctos anteriores pra ver se pesca alguma coisa... ai ai..
Coração: se duvidar a pessoa nem saber fazer a tal consulta, e caso saiba, dificilmente ela vai entender.
Prof: rsrsrs ... q maldade... pra quem nao queria mais falar da pessoa vc ta c mto odio no coraçao..
Coração: tô mesmo, pq meu coraçãozinho quase se encheu de alegria achando que todos os problemas tinham se acabado... ate que fui surpreendida com um simples atrasinho de nada... raios, raios, raios triplos.
Prof: rsrsrsrs - como bem diria o mutley.
Coração: e em pensar que agora teremos que dar novo prazo de reajuste pra pessoa, ja que a conversa tem que gerar alguma coisa... Espero que meu glorioso chefe perceba que não dá mesmo... ou que o tal ministério chame logo. O que vier primeiro ta de bom tamanho.
Prof: quer saber.. só se o ministério chamar...
Coração: pior... preciso aumentar o número de velas pra meu santo.
Coração: Deus!!! Como é grande a parcela de irritação que a simples presença dessa figura gera no meu nobre coraçãozinho.
Prof: seu coraçãozinho inexistente precisa ser mais complacente...
Coração: mas é tãããããããããão difícil!!!!
Pessoa de coração nobre: ai deus, e a pessoa é formada, dá aula disso, e não sabe a diferença entre provisão e cota patronal... putaqueocaralho.
Professor da escola dominical: ele não da aula disso não... não é possível... ele deve fazer qquer outra coisa lá.. mas aula disso ele não pode estar dando não...
Coração: e teve o "passe" aumentado. Imagina o níuvo dos alunos.
Prof: imagina o niuvo dos demais professores...
Coração: mais uma razão pra eu acreditar que essas porras desses diplomas foram comprados.
Coração: pense numa pessoa que não deve ta entendendo bulhufas tamanha a velocidade da explicação. isso sem falar que a pessoa ta so olhando e não esta fazendo nenhuma anotação para posterior consulta... ai ai... como eu me divirto nesse lugar dos infernos.
Prof: ainda bem q vc se diverte... pq uma das características da pessoa é não consultar os lanctos anteriores pra ver se pesca alguma coisa... ai ai..
Coração: se duvidar a pessoa nem saber fazer a tal consulta, e caso saiba, dificilmente ela vai entender.
Prof: rsrsrs ... q maldade... pra quem nao queria mais falar da pessoa vc ta c mto odio no coraçao..
Coração: tô mesmo, pq meu coraçãozinho quase se encheu de alegria achando que todos os problemas tinham se acabado... ate que fui surpreendida com um simples atrasinho de nada... raios, raios, raios triplos.
Prof: rsrsrsrs - como bem diria o mutley.
Coração: e em pensar que agora teremos que dar novo prazo de reajuste pra pessoa, ja que a conversa tem que gerar alguma coisa... Espero que meu glorioso chefe perceba que não dá mesmo... ou que o tal ministério chame logo. O que vier primeiro ta de bom tamanho.
Prof: quer saber.. só se o ministério chamar...
Coração: pior... preciso aumentar o número de velas pra meu santo.
Coração: Deus!!! Como é grande a parcela de irritação que a simples presença dessa figura gera no meu nobre coraçãozinho.
Prof: seu coraçãozinho inexistente precisa ser mais complacente...
Coração: mas é tãããããããããão difícil!!!!
chato, feio, bobo e cara de mamão!!!
Aí! Tá vendo?! É por isso!
É por isso que eu não gosto desse negócio de blog. Dá uma obrigação de postar. Pior que eu ando tão ultra-mega-power-combo-blaster ocupada que não tenho tempo e muito menos inspiração pra pensar em alguma coisa legal, engraçada, ou no mínimo interessante.
Ah... ja ia esquecendo de comentar. Tô de saco cheio de tanta especulação em volta do caso da menina rebolada pela janela... quanta gente dando palpite... quantos policiais despreparados... quantos peritos sem um pingo de noção... por que/por quê/porque ninguém lembra de chamar os CSI numa hora dessas???? Aposto que o Grisson ja tinha resolvido tudo e na mesma noite. E se duvidar tinha colocado a culpa na pessoa menos provável possível... sei lá quem... alguem como o papagaio da vizinha que ouviu a menina gritar/chamar/brigar com o tal "para, para, para...béns pro papai". Ritmoooooooo, é ritmo de festaaaaaaaa.
Ai ai Seu Silvio é mesmo um gênio da tv. Viva o sbesteira.
Então tá... é isso... já dei minha contribuição pelos próximos sabe lá quanto tempo.
É por isso que eu não gosto desse negócio de blog. Dá uma obrigação de postar. Pior que eu ando tão ultra-mega-power-combo-blaster ocupada que não tenho tempo e muito menos inspiração pra pensar em alguma coisa legal, engraçada, ou no mínimo interessante.
Ah... ja ia esquecendo de comentar. Tô de saco cheio de tanta especulação em volta do caso da menina rebolada pela janela... quanta gente dando palpite... quantos policiais despreparados... quantos peritos sem um pingo de noção... por que/por quê/porque ninguém lembra de chamar os CSI numa hora dessas???? Aposto que o Grisson ja tinha resolvido tudo e na mesma noite. E se duvidar tinha colocado a culpa na pessoa menos provável possível... sei lá quem... alguem como o papagaio da vizinha que ouviu a menina gritar/chamar/brigar com o tal "para, para, para...béns pro papai". Ritmoooooooo, é ritmo de festaaaaaaaa.
Ai ai Seu Silvio é mesmo um gênio da tv. Viva o sbesteira.
Então tá... é isso... já dei minha contribuição pelos próximos sabe lá quanto tempo.
17 março, 2008
Você me Faz Tão Bem (não é do Lulu, é do Detonautas)
Quando eu me perco é quando eu te encontro
Quando eu me solto seus olhos me vêem
Quando eu me iludo é quando eu te esqueço
Quando eu te tenho eu me sinto tão bem
Você me fez sentir de novo o que eu
Já não me importava mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Quando eu te invado de silêncio
Você conforta a minha dor com atenção
E quando eu durmo no seu colo
Você me faz sentir de novo
O que eu já não sentia mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Não tenha medo
Não tenha medo desse amor
Não faz sentido
Não faz sentido não mudar
Esse amor
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Quando eu me solto seus olhos me vêem
Quando eu me iludo é quando eu te esqueço
Quando eu te tenho eu me sinto tão bem
Você me fez sentir de novo o que eu
Já não me importava mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Quando eu te invado de silêncio
Você conforta a minha dor com atenção
E quando eu durmo no seu colo
Você me faz sentir de novo
O que eu já não sentia mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Não tenha medo
Não tenha medo desse amor
Não faz sentido
Não faz sentido não mudar
Esse amor
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
14 fevereiro, 2008
E ai...
E ai que eu vou casar (e isso nem é novidade). E aí que nós já gastamos um dinheiro da PORRA (com letra maiúscula mesmo). E aí que eu comecei a provar vestido de noiva. E aí que sou uma pessoa que não pode ter muitas opções de escolha porque eu sofro de síndrome da indecisão aguda. E aí que nas provas íamos eu e minha cunhada. E aí que ela gosta de uma coisa e eu de outra. E aí que todas as lojas tem centenas de opções. E aí que agora eu não sei qual escolher. E ai eu resolvi pedir opinião de minha mãe usando as fotos da revista, ja que eu provei dois modelos exatamente iguais. E aí que ela no alto de sua sabedoria desfere a pérola e manda a sentença.
- Ah... escolhe qualquer um. Pra mim é tudo igual. É tudo branco. Desde que não seja um daqueles que parecem um bolo coberto por uma toalha de mesa.
ai ai ai ai ai Minha Nossa Senhora da Bicicletinha amarela. E agora quem poderá me ajudar?!?!?!?!
- Ah... escolhe qualquer um. Pra mim é tudo igual. É tudo branco. Desde que não seja um daqueles que parecem um bolo coberto por uma toalha de mesa.
ai ai ai ai ai Minha Nossa Senhora da Bicicletinha amarela. E agora quem poderá me ajudar?!?!?!?!
31 janeiro, 2008
Aos curiosos
Bom... para quem ficou curioso sobre o que diabos a tal da Leca ensinou enquanto fez exposição da sua figura na TV, eu tenho 3 palavras: NÃO VOU CONTAR.
Mas por quê?!?!?! simplesmente pq não é uma coisa da qual eu sinta orgulho. Bleh!!!!
(risadinha do Mau, aquele Mau do castelo ratimbum, ja falei dele aqui)
Mas por quê?!?!?! simplesmente pq não é uma coisa da qual eu sinta orgulho. Bleh!!!!
(risadinha do Mau, aquele Mau do castelo ratimbum, ja falei dele aqui)
30 janeiro, 2008
Coisas
Passado, esse sim me condena. Futuro... vai saber.
E ai que eu lembro quando assisti o 1º BBB, que começou em 2002, e tinha a Leca como uma das participantes... e ela ensinou uma paradinha que ela fazia, que aposto que foi usado como exemplo por muitas idiotas, assim como eu, que assistiam ao programa na época.
Pois bem... anos se passaram e eu ainda não consegui me livrar desse maldito ensinamento... isso me deixa triste, tristinha, mais sem graça que a top model magrela na passarela.
Ja tentei... juro que tentei... mas é tão difíiiiiicil.
E ai que eu lembro quando assisti o 1º BBB, que começou em 2002, e tinha a Leca como uma das participantes... e ela ensinou uma paradinha que ela fazia, que aposto que foi usado como exemplo por muitas idiotas, assim como eu, que assistiam ao programa na época.
Pois bem... anos se passaram e eu ainda não consegui me livrar desse maldito ensinamento... isso me deixa triste, tristinha, mais sem graça que a top model magrela na passarela.
Ja tentei... juro que tentei... mas é tão difíiiiiicil.
24 janeiro, 2008
ANO A ANO - Parte II, III, IV e Final
Parte II
Continuando
1998 – Me comportei como uma lady e não fiz praticamente nada que desabonasse minha conduta, e pra ser mais convincente até fiz um encontro de conversão da igreja e fiz muitos amigos (mal sabia eu que isso daria início a uma era de grandes porres)
1999 – Guardo como relevante o primeiro porre que tomei por causa de relações sentimentais não correspondidas, ênfase que foi apenas o primeiro. Aí estava la eu passando em frente uma adega e vi um vinho do porto com um preço relativamente convidativo. Então pensei pq compra-lo, pq não compra-lo compreio-o-o e fui só e abandonado me trancar no quarto e tomar a garrafa so-zi-nha. Muito egoísta de minha parte, mas tudo bem. Aí... la fiquei... apaguei (óbvio)... e... acordei de madrugada com a certeza de que nunca mais em minha vida beberia vinho do porto e nem vinho seco (em memória ao ano de 1997).
2000 – Tudo mudou em minha vida pois comecei a sair na companhia de Paulo Henrique da Silva, José Marcelo Vieira Freitas e Nelson Antônio Pimentel Jacinto (dispensam apresentações). Nesse ano comemorei meu aniversário no Café Cancun, um lugar de histórias memoráveis, inclusive essa. Daí que eu lembro bem de antes de irmos ao café estarmos muito felizes no bom e velho cavalo branco (não aquele de 96, mas sim o carro das irmãs de Nelson) empolgadíssimos ao som de Harmonia do Samba, rumo ao Butiquim, onde chegamos, pedimos 4 doses de Devagarzinho, 4 doses de Gabriela, 4 doses de Vergateza, 1 cerveja e a conta e seguimos rumo ao Café. Na entrada pedimos uma Steinheggen (nem sei se é assim que escreve) pra cada (ainda nem entramos na boite, mas já da pra ter uma noção boa do que estava por vir). Enfim entramos e de cara fomos ao balcão, 1 dose de tequila pra cada, na sequência frozen, e o ápice da noite, um frozen de absinto. Pronto. Foi aí que tudo deu errado. Eu lembro perfeitamente de estar dançando com meu amigo Magal, segunrando o tal absinto, e na dança lembro que íamos até o chão, pois bem, eis que não lembro de voltar, não lembro de mais nada e quando dei por mim eu já estava vomintando no segundo andar do Café, com a servente tentando nos mandar embora, e Nelson e Paulão simplesmente morrendo de rir. Ta... Saldo: passei minha senha do banco para Paulão (que digitou errado duas vezes e prendeu meu cartão na máquina), nunca mais voltei ao Café Cancun, não fui direto pra casa pq não tinha condições de entrar sozinha, e... o melhor... podemos dizer que foi onde tudo começou (não é Nelsinho?!))
2001 – Eu me mudei para o Piauí, mas a melhor é que vim para a festa de formatura do Nelson, tinha Black Label, daí que terminou com os meninos (os mesmos citados anteriormente) lavando a barra do meu vestido pois depois da festa quando fomos (?) tomar café no aeroporto eles chegaram e eu estava banhada de vcs sabem o que (sic). PS: lavaram o documento do carro também. PS2: eu posso justificar essa pois estava passando por um momento muito dificil já que fui... enfim.. xa pra la.
2002 – E aí eu já estava no Piauí, conheci Jmarcelo que me apresentou um tal de Hi-Fi de laranja e também me levaram para conhecer o ... como era mesmo o nome daquele parque hein...
2003 – Ahhh voltei para Brasília.... voltei a sair com meus amigos demais... comecei a namorar o Nelson... não lembro de ter ficado embriagada nesse ano.
2004 – Estive grávida a maior parte do ano (não podia beber).
2005 – Fui numa festa a fantasia em que a sensação era minha cunhada fantasiada de macaca... terminamos a noite em alto estilo... ela abraçada com o balde dormindo na cama do meu filho e eu tentando fazer uso da minha fantasia e explorar meu lado odalisca. Hahahahahahaha. No outro dia eu me lembrei da promessa sobre não beber vinho, que agora além de não beber vinho do porto e seco, inclui também não beber vinho suave. Enfim, não bebo mais vinho desde então.
2006 – Poxa... acho que nesse ano eu me comportei bem e não fiz uso de nenhum psicotrópico etílico de forma que pudesse gerar danos morais, sociais ou psicológicos. (pelo menos não tô lembrando de nenhum por agora).
2007 – Carnaval... ahhhhh o carnaval.... esse eu já contei aqui no blog então não serei repetitiva, mas com certeza o pacotão 2007 vai ficar na história.
2008 taí... começo de ano... carnaval chega mais cedo... tudo é possível.
E como diria o ex- namorado de uma amiga minha, SE É PRA SE FUDER, VAMOS TODO MUNDO TOMAR NO CÚ!!!
Continuando
1998 – Me comportei como uma lady e não fiz praticamente nada que desabonasse minha conduta, e pra ser mais convincente até fiz um encontro de conversão da igreja e fiz muitos amigos (mal sabia eu que isso daria início a uma era de grandes porres)
1999 – Guardo como relevante o primeiro porre que tomei por causa de relações sentimentais não correspondidas, ênfase que foi apenas o primeiro. Aí estava la eu passando em frente uma adega e vi um vinho do porto com um preço relativamente convidativo. Então pensei pq compra-lo, pq não compra-lo compreio-o-o e fui só e abandonado me trancar no quarto e tomar a garrafa so-zi-nha. Muito egoísta de minha parte, mas tudo bem. Aí... la fiquei... apaguei (óbvio)... e... acordei de madrugada com a certeza de que nunca mais em minha vida beberia vinho do porto e nem vinho seco (em memória ao ano de 1997).
2000 – Tudo mudou em minha vida pois comecei a sair na companhia de Paulo Henrique da Silva, José Marcelo Vieira Freitas e Nelson Antônio Pimentel Jacinto (dispensam apresentações). Nesse ano comemorei meu aniversário no Café Cancun, um lugar de histórias memoráveis, inclusive essa. Daí que eu lembro bem de antes de irmos ao café estarmos muito felizes no bom e velho cavalo branco (não aquele de 96, mas sim o carro das irmãs de Nelson) empolgadíssimos ao som de Harmonia do Samba, rumo ao Butiquim, onde chegamos, pedimos 4 doses de Devagarzinho, 4 doses de Gabriela, 4 doses de Vergateza, 1 cerveja e a conta e seguimos rumo ao Café. Na entrada pedimos uma Steinheggen (nem sei se é assim que escreve) pra cada (ainda nem entramos na boite, mas já da pra ter uma noção boa do que estava por vir). Enfim entramos e de cara fomos ao balcão, 1 dose de tequila pra cada, na sequência frozen, e o ápice da noite, um frozen de absinto. Pronto. Foi aí que tudo deu errado. Eu lembro perfeitamente de estar dançando com meu amigo Magal, segunrando o tal absinto, e na dança lembro que íamos até o chão, pois bem, eis que não lembro de voltar, não lembro de mais nada e quando dei por mim eu já estava vomintando no segundo andar do Café, com a servente tentando nos mandar embora, e Nelson e Paulão simplesmente morrendo de rir. Ta... Saldo: passei minha senha do banco para Paulão (que digitou errado duas vezes e prendeu meu cartão na máquina), nunca mais voltei ao Café Cancun, não fui direto pra casa pq não tinha condições de entrar sozinha, e... o melhor... podemos dizer que foi onde tudo começou (não é Nelsinho?!))
2001 – Eu me mudei para o Piauí, mas a melhor é que vim para a festa de formatura do Nelson, tinha Black Label, daí que terminou com os meninos (os mesmos citados anteriormente) lavando a barra do meu vestido pois depois da festa quando fomos (?) tomar café no aeroporto eles chegaram e eu estava banhada de vcs sabem o que (sic). PS: lavaram o documento do carro também. PS2: eu posso justificar essa pois estava passando por um momento muito dificil já que fui... enfim.. xa pra la.
2002 – E aí eu já estava no Piauí, conheci Jmarcelo que me apresentou um tal de Hi-Fi de laranja e também me levaram para conhecer o ... como era mesmo o nome daquele parque hein...
2003 – Ahhh voltei para Brasília.... voltei a sair com meus amigos demais... comecei a namorar o Nelson... não lembro de ter ficado embriagada nesse ano.
2004 – Estive grávida a maior parte do ano (não podia beber).
2005 – Fui numa festa a fantasia em que a sensação era minha cunhada fantasiada de macaca... terminamos a noite em alto estilo... ela abraçada com o balde dormindo na cama do meu filho e eu tentando fazer uso da minha fantasia e explorar meu lado odalisca. Hahahahahahaha. No outro dia eu me lembrei da promessa sobre não beber vinho, que agora além de não beber vinho do porto e seco, inclui também não beber vinho suave. Enfim, não bebo mais vinho desde então.
2006 – Poxa... acho que nesse ano eu me comportei bem e não fiz uso de nenhum psicotrópico etílico de forma que pudesse gerar danos morais, sociais ou psicológicos. (pelo menos não tô lembrando de nenhum por agora).
2007 – Carnaval... ahhhhh o carnaval.... esse eu já contei aqui no blog então não serei repetitiva, mas com certeza o pacotão 2007 vai ficar na história.
2008 taí... começo de ano... carnaval chega mais cedo... tudo é possível.
E como diria o ex- namorado de uma amiga minha, SE É PRA SE FUDER, VAMOS TODO MUNDO TOMAR NO CÚ!!!
ANO A ANO - Parte I
Aí né, eu tava lendo uns blogues aí onde passeio todos os dias e vi uma postagem que pode se tornar uma boa série. Ano a Ano. Resolvi que deveria fazer o meu ano a ano... mas assim... copiar a idéia dos outros por si só já é de uma tosquice sem tamanho, então resolvi fazer o meu ano a ano divido por temáticas e escolhi como a primeira temática os meus PORRES HOMÉRICOS. Pelo menos os que eu conseguir lembrar. Bem verdade que não vai dar pra recordar todos, afinal já são alguns anos de estrada, mas pelo menos da pra resgatar os mais importantes.
1996: O primeiro (e com certeza o mais desastroso de todos) a gente nunca esquece. Pra não dizer o mais catastrófico pois esse rendeu assunto até bem pouco tempo (não vou entrar nos detalhes sórdidos do assunto pq não convém, basta narrar o fato). Aí que eu tava de férias e teve uma festinha de aniversário que não convém mencionar de quem era... rapaz... tava animado viu... e eu, no alto dos meus 15 aninhos, fui apresentada ao White Horse, para os íntimos, cavalo branco. Que desgraça!!!! Tudo o que tinha pra dar errado deu. Depois do último gole da garrafa, que estava sendo consumida por mim e meu glorioso tio Neto (sim, esse devasso que por acaso é meu parente foi que me apresentou o maldito, pior é que eu gostei), a pessoa desaba a chorar e passar mal de todas as formas possíveis e imagináveis. No dia seguinte descobrimos da pior forma possível que se tratava de espécime de procedência dúbia (entendeu?!?! Entendeu não? Ta bom, quando vc tomar um whiskie de procedência dúbia com certeza irá entender). Daí que eu guardo na minha memória 3 palavras que sintetizam esse evento: Maldito cavalo branco!!!
Passada essa estréia fantasmagórica resolvi que essa não seria minha praia, então dei uma pausa demasiada longa... praticamente 1 ano completo.
1997: Festa temática tradicional em meu logradouro (na ocasião era tradicional) conhecida também como Malibu (o nome da festa). Estava lá eu, agora com 16 anos, iniciando minha vida social (já que ate então tudo se resumia à casa/escola/casa), enquanto curtia ao som de DJ Raul (ente outros) na não menos famosa (na época) Boite Vogue (owww festa boa... owww lugar legal), degustava a sensação do momento entre os adolescentes a tal da Keep Cooler (que na verdade era praticamente um suquinho). Daí uma amiga (cujo nome não será mencionado para preservar identidades) sugere de tomar um vinho de verdade, já que a tal da keep não tava com nada e era fraquinha... eu não acho o que fazer e entro na onda e vou direto no bar, voltando na sequência com uma garrafa de vinho (seco – bleh) e dou um copo pra ela beber. A lazarenta reclama que não gosta de vinho seco, a garrafa já estava aberta, eu já tinha comprado, fazer o que né, só me restou matar a tal sozinha. Resumindo. Voltei pra casa de carona com duas pessoas que nunca tinha visto na vida e que pararam pra me pedir informação de como sair de Sobradinho (eu não só os ensinei a sair da cidade como os fiz me deixar na porta de casa) e pra fechar com chave de ouro acordei na rede, abraçada com a toalha de mesa e ainda de sapatos.
Por hora ta grande... amanhã continuo com os próximos anos.
1996: O primeiro (e com certeza o mais desastroso de todos) a gente nunca esquece. Pra não dizer o mais catastrófico pois esse rendeu assunto até bem pouco tempo (não vou entrar nos detalhes sórdidos do assunto pq não convém, basta narrar o fato). Aí que eu tava de férias e teve uma festinha de aniversário que não convém mencionar de quem era... rapaz... tava animado viu... e eu, no alto dos meus 15 aninhos, fui apresentada ao White Horse, para os íntimos, cavalo branco. Que desgraça!!!! Tudo o que tinha pra dar errado deu. Depois do último gole da garrafa, que estava sendo consumida por mim e meu glorioso tio Neto (sim, esse devasso que por acaso é meu parente foi que me apresentou o maldito, pior é que eu gostei), a pessoa desaba a chorar e passar mal de todas as formas possíveis e imagináveis. No dia seguinte descobrimos da pior forma possível que se tratava de espécime de procedência dúbia (entendeu?!?! Entendeu não? Ta bom, quando vc tomar um whiskie de procedência dúbia com certeza irá entender). Daí que eu guardo na minha memória 3 palavras que sintetizam esse evento: Maldito cavalo branco!!!
Passada essa estréia fantasmagórica resolvi que essa não seria minha praia, então dei uma pausa demasiada longa... praticamente 1 ano completo.
1997: Festa temática tradicional em meu logradouro (na ocasião era tradicional) conhecida também como Malibu (o nome da festa). Estava lá eu, agora com 16 anos, iniciando minha vida social (já que ate então tudo se resumia à casa/escola/casa), enquanto curtia ao som de DJ Raul (ente outros) na não menos famosa (na época) Boite Vogue (owww festa boa... owww lugar legal), degustava a sensação do momento entre os adolescentes a tal da Keep Cooler (que na verdade era praticamente um suquinho). Daí uma amiga (cujo nome não será mencionado para preservar identidades) sugere de tomar um vinho de verdade, já que a tal da keep não tava com nada e era fraquinha... eu não acho o que fazer e entro na onda e vou direto no bar, voltando na sequência com uma garrafa de vinho (seco – bleh) e dou um copo pra ela beber. A lazarenta reclama que não gosta de vinho seco, a garrafa já estava aberta, eu já tinha comprado, fazer o que né, só me restou matar a tal sozinha. Resumindo. Voltei pra casa de carona com duas pessoas que nunca tinha visto na vida e que pararam pra me pedir informação de como sair de Sobradinho (eu não só os ensinei a sair da cidade como os fiz me deixar na porta de casa) e pra fechar com chave de ouro acordei na rede, abraçada com a toalha de mesa e ainda de sapatos.
Por hora ta grande... amanhã continuo com os próximos anos.
21 janeiro, 2008
hahahahahaha a preguiça impera eu meu ser (sic) e não quero trabalhar (sic again) então... resta postar.
Fútil... meu mundo hoje. Fútil, porém útil. Bleh!!
Daí que ontem eu estava pensando sobre a maratona de provas que está por vir. Provas de vestidos. Só de imaginar minha barriga foi assolada por um friogélido igualim aquele que frigelesdemelão da na boca. Ai ai ai ai eu tô com medo!!!!!
Fútil... meu mundo hoje. Fútil, porém útil. Bleh!!
Daí que ontem eu estava pensando sobre a maratona de provas que está por vir. Provas de vestidos. Só de imaginar minha barriga foi assolada por um friogélido igualim aquele que frigelesdemelão da na boca. Ai ai ai ai eu tô com medo!!!!!
coraçãozinho aflito
jisuuuusssssss será que esse ano vai ter passeio pelo HBDF e HRAN?!?!?!?!?!
nããããããããããããããããoooooooooooooooooo mil vezes não.
Papai do Céu... este ano que passou, a partir do mês de março pra ser mais precisa, eu me comportei como uma verdadeira Lady. Não fiz nada que podesse desabonar minha conduta como uma boa mãe, boa filha e boa noiva que sou (sic). Sendo assim tenho certeza que mereço um carnaval com melhores presságios. Amém!
nããããããããããããããããoooooooooooooooooo mil vezes não.
Papai do Céu... este ano que passou, a partir do mês de março pra ser mais precisa, eu me comportei como uma verdadeira Lady. Não fiz nada que podesse desabonar minha conduta como uma boa mãe, boa filha e boa noiva que sou (sic). Sendo assim tenho certeza que mereço um carnaval com melhores presságios. Amém!
que coisa não
E ai que o carnaval está chegando, e mais uma vez não irei concretizar um dos meus planos enquanto viva (ou enquanto o Bell for vivo) que é sair no Camaleão (deve ser uma coisa inenarrável), enfim... ainda não será dessa vez.
A desculpa desse ano é o tal "just married" ai ai ai ai eu tô com medo!!!!! (mais posts sobre o dito outro dia, quem sabe, enquanto isso, morram de curiosidade - ahahahahaha como se alguém se interessasse).
Como na propaganda da Fiat (sem propaganda ja que eu ando de volks) hoje meu humor é algo do tipo macabro... acho que pq ontem vi um filme interessante, sobre um homem pacato que cultivava um alter-ego homicida, e não é que eu consegui rir nesse filme... com certeza deve ser por isso que meu humor hoje está macabro, deve ser meu alter-ego quase homicida querendo surgir. hahahahahahahahahaha (risadinha do mal, como a do Mau que assola os esgostos do castelo rá-tim-bum, bum bum bum castelo ratimbum).
A desculpa desse ano é o tal "just married" ai ai ai ai eu tô com medo!!!!! (mais posts sobre o dito outro dia, quem sabe, enquanto isso, morram de curiosidade - ahahahahaha como se alguém se interessasse).
Como na propaganda da Fiat (sem propaganda ja que eu ando de volks) hoje meu humor é algo do tipo macabro... acho que pq ontem vi um filme interessante, sobre um homem pacato que cultivava um alter-ego homicida, e não é que eu consegui rir nesse filme... com certeza deve ser por isso que meu humor hoje está macabro, deve ser meu alter-ego quase homicida querendo surgir. hahahahahahahahahaha (risadinha do mal, como a do Mau que assola os esgostos do castelo rá-tim-bum, bum bum bum castelo ratimbum).
14 janeiro, 2008
o tempo e o vento
Quando a saudade invade o coração da gente
Pega a veia onde corria um grande amor
Não tem conversa nem cachaça que de jeito
Nem um amigo do peito que segure o chororô
Que segure o chororô
Que segure o chororô
Saudade já tem nome de mulher
Só pra fazer do homem o que bem quer
Saudade já tem nome de mulher
Só pra fazer do homem o que bem quer
O cabra pode ser valente
E chorar
Ter meio mundo de dinheiro
E chorar
Ser forte que nem sertanejo
E chorar
Só na lembrança de um beijo
E chorar
Pega a veia onde corria um grande amor
Não tem conversa nem cachaça que de jeito
Nem um amigo do peito que segure o chororô
Que segure o chororô
Que segure o chororô
Saudade já tem nome de mulher
Só pra fazer do homem o que bem quer
Saudade já tem nome de mulher
Só pra fazer do homem o que bem quer
O cabra pode ser valente
E chorar
Ter meio mundo de dinheiro
E chorar
Ser forte que nem sertanejo
E chorar
Só na lembrança de um beijo
E chorar
03 janeiro, 2008
minh'alma por hora
Quando penso em você
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Pode ser até manhã
Cedo, claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ...
Deixemos de coisa, cuidemos da vida
Senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
Canteiros
Composição: Fagner / sobre poema de Cecília Meireles
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Pode ser até manhã
Cedo, claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ...
Deixemos de coisa, cuidemos da vida
Senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
Canteiros
Composição: Fagner / sobre poema de Cecília Meireles
minh'alma
Uma parte de mim é todo mundo
Outra parte é ninguem, fundo sem fundo
Uma parte de mim é multidão
Outra parte estranheza e solidão
Uma parte de mim pesa, pondera
Outra parte delira
Uma parte de mim
Almoça e janta
Outra parte se espanta
Uma parte de mim é permanente
Outra parte se sabe de repente
Uma parte de mim é só vertigem
Outra parte linguagem
Traduzir uma parte na outra parte
Que é uma questão de vida e morte
Será arte?
Será arte?
Será arte?
Traduzir-se
Composição: Ferreira Goulart
Outra parte é ninguem, fundo sem fundo
Uma parte de mim é multidão
Outra parte estranheza e solidão
Uma parte de mim pesa, pondera
Outra parte delira
Uma parte de mim
Almoça e janta
Outra parte se espanta
Uma parte de mim é permanente
Outra parte se sabe de repente
Uma parte de mim é só vertigem
Outra parte linguagem
Traduzir uma parte na outra parte
Que é uma questão de vida e morte
Será arte?
Será arte?
Será arte?
Traduzir-se
Composição: Ferreira Goulart
03 dezembro, 2007
e-mails que me fizeram feliz
Eu queria ter um monte de frases feitas e eficazes pra dizer que te amo.
Queria ter explicações convincentes pra minhas faltas e falhas.
Queria ter sorrisos de bom dia Dos mais variados pra te agradar e te deixar feliz logo de manhã cedinho.
Eu queria que ter palavras certas pra mostrar que sempre te compreendo.
Queria ter litros e mais litros de lágrimas pra poder chorar com você quando não pudesse salvar o dia.
Queria ter um colo bem gostoso, Só pra embalar seus sonhos.
Eu queria ter uma câmara secreta e mágica pra ficar filmando bem de pertinho seu sorriso de sonho bom.
Queria ter mãos calmas pra te acordar sem te assustar.
Queria gravar seus sorriso pra me fazer feliz quando estivesse triste E poder te ver sorrindo quando você estivesse chateada com algo. Só pra lembrar como é.
Eu queria ser um super-herói pra te livrar das garras do mau.
Queria ser invisivel pra ficar te olhando horas e mais horas sem que você pudesse perceber.
Queria ter uma bolsa mágica pra guardar tudo de mais belo que vi, que vejo e que verei na minha vida. Só pra poder te mostrar, compartilhar com você.
Eu queria poder fazer o sol ficar brilhando em ângulos que fizessem seus olhos ficarem cor-de-mel pra sempre.
Queria eu ser dotado de super-poderes-especiais pra poder tirar de dentro do seu coração toda dor, toda tristeza.
Queria ser certinho, fazer tudo certinho, pra nunca te ver triste. Só pra eu não sofrer e não ficar triste também.
Eu queria ser a música que você mais gosta, uma que mesmo sendo repetida infinitamente você nunca enjoasse.
Queria ser como o silêncio que te traz paz.
Queria ser como o vento que te refresca, o calor que te esquenta. Qualquer coisa que te traga alívio.
Queria ficar pra sempre abraçando seu corpo suado. Sentindo o seu coração batendo forte, bem junto do meu...
Queria só dizer que te amo. Muito.
n!nc2m
Queria ter explicações convincentes pra minhas faltas e falhas.
Queria ter sorrisos de bom dia Dos mais variados pra te agradar e te deixar feliz logo de manhã cedinho.
Eu queria que ter palavras certas pra mostrar que sempre te compreendo.
Queria ter litros e mais litros de lágrimas pra poder chorar com você quando não pudesse salvar o dia.
Queria ter um colo bem gostoso, Só pra embalar seus sonhos.
Eu queria ter uma câmara secreta e mágica pra ficar filmando bem de pertinho seu sorriso de sonho bom.
Queria ter mãos calmas pra te acordar sem te assustar.
Queria gravar seus sorriso pra me fazer feliz quando estivesse triste E poder te ver sorrindo quando você estivesse chateada com algo. Só pra lembrar como é.
Eu queria ser um super-herói pra te livrar das garras do mau.
Queria ser invisivel pra ficar te olhando horas e mais horas sem que você pudesse perceber.
Queria ter uma bolsa mágica pra guardar tudo de mais belo que vi, que vejo e que verei na minha vida. Só pra poder te mostrar, compartilhar com você.
Eu queria poder fazer o sol ficar brilhando em ângulos que fizessem seus olhos ficarem cor-de-mel pra sempre.
Queria eu ser dotado de super-poderes-especiais pra poder tirar de dentro do seu coração toda dor, toda tristeza.
Queria ser certinho, fazer tudo certinho, pra nunca te ver triste. Só pra eu não sofrer e não ficar triste também.
Eu queria ser a música que você mais gosta, uma que mesmo sendo repetida infinitamente você nunca enjoasse.
Queria ser como o silêncio que te traz paz.
Queria ser como o vento que te refresca, o calor que te esquenta. Qualquer coisa que te traga alívio.
Queria ficar pra sempre abraçando seu corpo suado. Sentindo o seu coração batendo forte, bem junto do meu...
Queria só dizer que te amo. Muito.
n!nc2m
Sobre a morte e o morrer - por Rubem Alves
O que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de
um ser humano? O que e quem a define?
Já tive medo da morte. Hoje não tenho mais. O que sinto é uma enorme tristeza. Concordo com Mário Quintana: "Morrer, que me importa? (...) O diabo é deixar de viver." A vida é tão boa! Não quero ir embora...
Eram 6h. Minha filha me acordou. Ela tinha três anos. Fez-me então a pergunta que eu nunca imaginara: "Papai, quando você morrer, você vai sentir saudades?". Emudeci. Não sabia o que dizer. Ela entendeu e veio em meu socorro: "Não chore, que eu vou te abraçar..." Ela, menina de três anos, sabia que a morte é onde mora a saudade.
Cecília Meireles sentia algo parecido: "E eu fico a imaginar se depois de muito navegar a algum lugar enfim se chega... O que será, talvez, até mais triste. Nem barcas, nem gaivotas. Apenas sobre humanas companhias... Com que tristeza o horizonte avisto, aproximado e sem recurso. Que pena a vida ser só isto...”
Da. Clara era uma velhinha de 95 anos, lá em Minas. Vivia uma religiosidade mansa, sem culpas ou medos. Na cama, cega, a filha lhe lia a Bíblia. De repente, ela fez um gesto, interrompendo a leitura. O que ela tinha a dizer era infinitamente mais importante. "Minha filha, sei que minha hora está chegando... Mas, que pena! A vida é tão boa...”
Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.
Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: "O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?". O médico olhou-o com olhar severo e disse: "O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?".
Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que freqüentemente se dá o nome de ética.
Um outro velhinho querido, 92 anos, cego, surdo, todos os esfíncteres sem controle, numa cama -de repente um acontecimento feliz! O coração parou. Ah, com certeza fora o seu anjo da guarda, que assim punha um fim à sua miséria! Mas o médico, movido pelos automatismos costumeiros, apressou-se a cumprir seu dever: debruçou-se sobre o velhinho e o fez respirar de novo. Sofreu inutilmente por mais dois dias antes de tocar de novo o acorde final.
Dir-me-ão que é dever dos médicos fazer todo o possível para que a vida continue. Eu também, da minha forma, luto pela vida. A literatura tem o poder de ressuscitar os mortos. Aprendi com Albert Schweitzer que a "reverência pela vida" é o supremo princípio ético do amor. Mas o que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano? O que e quem a define? O coração que continua a bater num corpo aparentemente morto? Ou serão os ziguezagues nos vídeos dos monitores, que indicam a presença de ondas cerebrais?
Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.
Muitos dos chamados "recursos heróicos" para manter vivo um paciente são, do meu ponto de vista, uma violência ao princípio da "reverência pela vida". Porque, se os médicos dessem ouvidos ao pedido que a vida está fazendo, eles a ouviriam dizer: "Liberta-me".
Comovi-me com o drama do jovem francês Vincent Humbert, de 22 anos, há três anos cego, surdo, mudo, tetraplégico, vítima de um acidente automobilístico. Comunicava-se por meio do único dedo que podia movimentar. E foi assim que escreveu um livro em que dizia: "Morri em 24 de setembro de 2000. Desde aquele dia, eu não vivo. Fazem-me viver. Para quem, para que, eu não sei...". Implorava que lhe dessem o direito de morrer. Como as autoridades, movidas pelo costume e pelas leis, se recusassem, sua mãe realizou seu desejo. A morte o libertou do sofrimento.
Dizem as escrituras sagradas: "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer". A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. Cheguei a sugerir uma nova especialidade médica, simétrica à obstetrícia: a "morienterapia", o cuidado com os que estão morrendo. A missão da morienterapia seria cuidar da vida que se prepara para partir. Cuidar para que ela seja mansa, sem dores e cercada de amigos, longe de UTIs. Já encontrei a padroeira para essa nova especialidade: a "Pietà" de Michelangelo, com o Cristo morto nos seus braços. Nos braços daquela mãe o morrer deixa de causar medo.
Texto publicado no jornal “Folha de São Paulo”, Caderno “Sinapse” do dia 12-10-03. fls 3.
um ser humano? O que e quem a define?
Já tive medo da morte. Hoje não tenho mais. O que sinto é uma enorme tristeza. Concordo com Mário Quintana: "Morrer, que me importa? (...) O diabo é deixar de viver." A vida é tão boa! Não quero ir embora...
Eram 6h. Minha filha me acordou. Ela tinha três anos. Fez-me então a pergunta que eu nunca imaginara: "Papai, quando você morrer, você vai sentir saudades?". Emudeci. Não sabia o que dizer. Ela entendeu e veio em meu socorro: "Não chore, que eu vou te abraçar..." Ela, menina de três anos, sabia que a morte é onde mora a saudade.
Cecília Meireles sentia algo parecido: "E eu fico a imaginar se depois de muito navegar a algum lugar enfim se chega... O que será, talvez, até mais triste. Nem barcas, nem gaivotas. Apenas sobre humanas companhias... Com que tristeza o horizonte avisto, aproximado e sem recurso. Que pena a vida ser só isto...”
Da. Clara era uma velhinha de 95 anos, lá em Minas. Vivia uma religiosidade mansa, sem culpas ou medos. Na cama, cega, a filha lhe lia a Bíblia. De repente, ela fez um gesto, interrompendo a leitura. O que ela tinha a dizer era infinitamente mais importante. "Minha filha, sei que minha hora está chegando... Mas, que pena! A vida é tão boa...”
Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.
Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: "O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?". O médico olhou-o com olhar severo e disse: "O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?".
Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que freqüentemente se dá o nome de ética.
Um outro velhinho querido, 92 anos, cego, surdo, todos os esfíncteres sem controle, numa cama -de repente um acontecimento feliz! O coração parou. Ah, com certeza fora o seu anjo da guarda, que assim punha um fim à sua miséria! Mas o médico, movido pelos automatismos costumeiros, apressou-se a cumprir seu dever: debruçou-se sobre o velhinho e o fez respirar de novo. Sofreu inutilmente por mais dois dias antes de tocar de novo o acorde final.
Dir-me-ão que é dever dos médicos fazer todo o possível para que a vida continue. Eu também, da minha forma, luto pela vida. A literatura tem o poder de ressuscitar os mortos. Aprendi com Albert Schweitzer que a "reverência pela vida" é o supremo princípio ético do amor. Mas o que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano? O que e quem a define? O coração que continua a bater num corpo aparentemente morto? Ou serão os ziguezagues nos vídeos dos monitores, que indicam a presença de ondas cerebrais?
Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.
Muitos dos chamados "recursos heróicos" para manter vivo um paciente são, do meu ponto de vista, uma violência ao princípio da "reverência pela vida". Porque, se os médicos dessem ouvidos ao pedido que a vida está fazendo, eles a ouviriam dizer: "Liberta-me".
Comovi-me com o drama do jovem francês Vincent Humbert, de 22 anos, há três anos cego, surdo, mudo, tetraplégico, vítima de um acidente automobilístico. Comunicava-se por meio do único dedo que podia movimentar. E foi assim que escreveu um livro em que dizia: "Morri em 24 de setembro de 2000. Desde aquele dia, eu não vivo. Fazem-me viver. Para quem, para que, eu não sei...". Implorava que lhe dessem o direito de morrer. Como as autoridades, movidas pelo costume e pelas leis, se recusassem, sua mãe realizou seu desejo. A morte o libertou do sofrimento.
Dizem as escrituras sagradas: "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer". A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. Cheguei a sugerir uma nova especialidade médica, simétrica à obstetrícia: a "morienterapia", o cuidado com os que estão morrendo. A missão da morienterapia seria cuidar da vida que se prepara para partir. Cuidar para que ela seja mansa, sem dores e cercada de amigos, longe de UTIs. Já encontrei a padroeira para essa nova especialidade: a "Pietà" de Michelangelo, com o Cristo morto nos seus braços. Nos braços daquela mãe o morrer deixa de causar medo.
Texto publicado no jornal “Folha de São Paulo”, Caderno “Sinapse” do dia 12-10-03. fls 3.
mais um pra coleção
Mais um episódio funesto em que eu não consegui (consigo) expressar em palavras dizíveis o que estou sentindo.
Talvez nem todos os palavrões do mundo, em todas as línguas do mundo, dialetos do mundo ou mesmo pensamentos telepatas do mundo, seriam capazes de expressar a indignação que se instaura em minh'alma.
É notório que sou uma pessoa de temperamento absurdamente explosivo (entretanto, não com a pessoa certa, na hora certa - será isso uma qualidade??? Talvez seja, senão eu teria tido o desprazer de saber as consequências que podem ser acarretadas a partir de palavras mal ditas ou serão malditas???). Em geral explodo e demostro todo o ódio que impera no meu ser apenas para os meus amigos, quando estou contando o ocorrido. Coitados! Mas amigo é pra essas coisas. Tem mais é que escutar mesmo. Então eu devia ser definida como alguem explosivacontida. Existe isso?
Enfim... desconfio que estou criando um CA (entenderam né?!?! sou do tempo que não se devia pronunciar essa palavra... hahahahahahahaha... influência dos meus avós) bem no meio do meu estrombo de tanto mastigar e engolir coisas que me fazem mal profundamente. Nem pra isso minha bulimia serve, pra me fazer vomitar essa coisa ruim que se instaura em mim numa verborragia sem fim até que tudo fique calmo e complacente como deve ser.
Por hora... apenas consigo pensar em quanto eu receberia de rescisão se pedisse demissão. Ou ainda, será que vale a pena eu tocar o terror, subir e sapatear em cima da mesa e aloprar com todos os cretinos transeuntes, pra assim ser demitida e receber a multa do fgts? Se bem que aí eu seria demitida com justa causa e não teria multa nem fgts nenhum... e agora?!?!? Preciso pensar em outra forma de fazer com que dê certo.
ai ai (suspiro)
É mais um que vai pra minha coleção...
Talvez nem todos os palavrões do mundo, em todas as línguas do mundo, dialetos do mundo ou mesmo pensamentos telepatas do mundo, seriam capazes de expressar a indignação que se instaura em minh'alma.
É notório que sou uma pessoa de temperamento absurdamente explosivo (entretanto, não com a pessoa certa, na hora certa - será isso uma qualidade??? Talvez seja, senão eu teria tido o desprazer de saber as consequências que podem ser acarretadas a partir de palavras mal ditas ou serão malditas???). Em geral explodo e demostro todo o ódio que impera no meu ser apenas para os meus amigos, quando estou contando o ocorrido. Coitados! Mas amigo é pra essas coisas. Tem mais é que escutar mesmo. Então eu devia ser definida como alguem explosivacontida. Existe isso?
Enfim... desconfio que estou criando um CA (entenderam né?!?! sou do tempo que não se devia pronunciar essa palavra... hahahahahahahaha... influência dos meus avós) bem no meio do meu estrombo de tanto mastigar e engolir coisas que me fazem mal profundamente. Nem pra isso minha bulimia serve, pra me fazer vomitar essa coisa ruim que se instaura em mim numa verborragia sem fim até que tudo fique calmo e complacente como deve ser.
Por hora... apenas consigo pensar em quanto eu receberia de rescisão se pedisse demissão. Ou ainda, será que vale a pena eu tocar o terror, subir e sapatear em cima da mesa e aloprar com todos os cretinos transeuntes, pra assim ser demitida e receber a multa do fgts? Se bem que aí eu seria demitida com justa causa e não teria multa nem fgts nenhum... e agora?!?!? Preciso pensar em outra forma de fazer com que dê certo.
ai ai (suspiro)
É mais um que vai pra minha coleção...
29 novembro, 2007
tanto tempo...
Depois de muito tempo resolvi postar novamente pq achei em outro blog um post que sintetizava exatamente a mesma coisa que eu penso a respeito do assunto que ele trata. Daí que eu resolvi copiar/colar o post alheio pq com certeza eu não conseguiria expressar tão bem e com as palavras exatas o sentimento que carrego em meu singelo e meigo coraçãozinho. Sendo assim, aí vai o post alheio sobre...
Bom dia, meu nome é antipática
Odeio quando ligam lá pro trabalho e começam assim:
- Bom dia, com quem eu falo?
Ah, saco. Como assim com quem você fala? Sei que a minha obrigação é responder. Mas dependendo do estado do meu humor (que geralmente oscila entre as categorias “levemente ruim”, “ruim”, “hoje tá ruim mesmo” e “TPM”) isso me irrita, sabe? Porque não interessa com quem a pessoa está falando. Interessa o que ela quer (diz rápido, caralha, não faz suspense que se for pra mim vou querer saber logo qual é a pica voadora) porque aí vou resolver ou passar para o funcionário que deve atender. Tão mais simples. Mas “com quem eu falo” me faz dizer meu nome e geralmente a pessoa do outro lado me explica uma história muito mais comprida (agora que ela me conhece e é minha amiga, fica mais à vontade pra contar todos os detalhes que eu não quero saber) e até ela parar pra respirar e eu poder dizer que não é comigo já perdi, o quê? Uns 30 segundos da minha hora, que é tão cara. Acho bacanérrimo dizer que a hora é cara. A minha sempre é cara. Porque eu gosto muito da minha hora.
Ps: os créditos do post vão para http://vidabizarra.blogspot.com/
Bom dia, meu nome é antipática
Odeio quando ligam lá pro trabalho e começam assim:
- Bom dia, com quem eu falo?
Ah, saco. Como assim com quem você fala? Sei que a minha obrigação é responder. Mas dependendo do estado do meu humor (que geralmente oscila entre as categorias “levemente ruim”, “ruim”, “hoje tá ruim mesmo” e “TPM”) isso me irrita, sabe? Porque não interessa com quem a pessoa está falando. Interessa o que ela quer (diz rápido, caralha, não faz suspense que se for pra mim vou querer saber logo qual é a pica voadora) porque aí vou resolver ou passar para o funcionário que deve atender. Tão mais simples. Mas “com quem eu falo” me faz dizer meu nome e geralmente a pessoa do outro lado me explica uma história muito mais comprida (agora que ela me conhece e é minha amiga, fica mais à vontade pra contar todos os detalhes que eu não quero saber) e até ela parar pra respirar e eu poder dizer que não é comigo já perdi, o quê? Uns 30 segundos da minha hora, que é tão cara. Acho bacanérrimo dizer que a hora é cara. A minha sempre é cara. Porque eu gosto muito da minha hora.
Ps: os créditos do post vão para http://vidabizarra.blogspot.com/
11 outubro, 2007
Esperando Aviões
Meus olhos te viram triste
Olhando pro infinito
Tentando ouvir o som do próprio grito
E o louco que ainda me resta
Só quis te levar pra festa
Você me amou de um jeito tão aflito
Que eu queria poder te dizer sem palavras
Eu queria poder te cantar sem canções
Eu queria viver morrendo em sua teia
Seu sangue correndo em minha veia
Seu cheiro morando em meus pulmões
Cada dia que passo sem sua presença
Sou um presidiário cumprindo sentença
Sou um velho diário perdido na areia
Esperando que você me leia
Sou hangar vazio esperando aviões
Sou o lamento no canto da sereia
Esperando o naufrágio das embarcações.
Olhando pro infinito
Tentando ouvir o som do próprio grito
E o louco que ainda me resta
Só quis te levar pra festa
Você me amou de um jeito tão aflito
Que eu queria poder te dizer sem palavras
Eu queria poder te cantar sem canções
Eu queria viver morrendo em sua teia
Seu sangue correndo em minha veia
Seu cheiro morando em meus pulmões
Cada dia que passo sem sua presença
Sou um presidiário cumprindo sentença
Sou um velho diário perdido na areia
Esperando que você me leia
Sou hangar vazio esperando aviões
Sou o lamento no canto da sereia
Esperando o naufrágio das embarcações.
Vander Lee
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